Arquivo de junho 2008
Publicado por Rapha e arquivado em Notícias Comentadas
 Bom, todos sabem que saúde pública, embora ineficiente, é muito cara para o governo federal. Por essas e outras que você vê aquelas imagens horríveis estampadas nos maços de cigarro, cigarro que aliás custa cada vez mais caro por causa dos impostos pesados sobre esse tipo de produto.
Pelas estradas do país temos notícia de diversos acidentes, com mortos e feridos. Isto além de ser um retrato triste da realidade, é oneroso para os cofres públicos. O que fazer então? Editar leis, tornando-as mais rígidas e investir dinheiro em um equipamento dedo-duro: etilômetro, mais conhecido na COHAB como bafômetro. Quanto às mudanças na lei, o limite aceitável de ingestão de álcool por motoristas é 0,06 gramas por litro de sangue. Segundo as continhas que vi por aí, um copo de cerveja já é o suficiente para dar dor de cabeça (no sentido mais sério, evidentemente).

Aqui entra aquela pergunta: “Como funciona o bafômetro?”. E eu respondo.
Sem entrar muito em detalhes químicos, os resíduos de álcool etílico presentes no hálito do motorista promovem mudanças na condutividade elétrica do material que compõe o sensor do equipamento. Como resultado, obtemos uma coloração esverdeada. Quanto mais forte for este verde, maior será a relação gramas de álcool por litro de sangue, e mais encrencado estará o motorista. E não adianta disfarçar o hálito com café ou balinha de hortelã. Mas uma vez um professor de Biologia me disse que chupar gelo resolve o problema. Será mesmo? Como não há possibilidade deste que vos escreve testar a hipótese na prática, fica a dúvida no ar e quem souber a resposta pode escrever nos comentários.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Baf%C3%B4metro
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Publicado por Rapha e arquivado em Notícias Comentadas
 Durante minha ausência, muitas coisas aconteceram por aí, tantas que eu seria audacioso se as listasse. Como audácia e estilo hardcore não são minhas características mais marcantes, irei apenas falar de um acontecimento que chamou minha atenção: a primeira-dama, Marisa, lesionando sua clavícula.
Para quem não acompanhou na mídia, Dona Marisa, a esposa cegueta de Luiz Inácio Lula da Silva, caiu da cama. Eu acredito que para ela ter caído da cama, alguma coisa muito séria aconteceu, talvez um pesadelo com a inflação subindo, ou professores fazendo paralisações em São Paulo, afinal de contas, casais compartilham os bons e maus momentos, e as preocupações.
Mas a teoria mais aceita nos botecos desse Brasil (que Millôr sabiamente diz ser um país condenado à esperança) é a de que Marisa acordou no meio da noite e se assustou com a cara do Lula. Quem não se assustaria? Ainda mais se tomarmos emprestada por um minuto a imagem que tinham dos comunistas durante a Guerra Fria (embora eu saiba que o Lula é tão comunista quanto eu sou motorista de ônibus escolar).
Desejo melhoras para a Dona Marisa, pois um marido tapado e uma clavícula machucada devem doer pra burro. E como não sou nenhum insensível, termino esse artigo lembrando com respeito a recente morte de Dona Ruth Cardoso, antropóloga de prestígio e que desempenhou importante papel social. E por favor Globo e similares, parem de televisionar velórios.
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Publicado por Rapha e arquivado em Filosofia de boteco
 Foram as coisas feitas para acabar?
Estive refletindo, e muitos exemplos vieram à mente. Já nascemos fadados a definhar até a morte, quando não morremos antes por outras causas que não a velhice. O dia nasce e morre, num ciclo perfeito. Mesmo o sol um dia vai parar de brilhar, a vida nesse planeta se extinguirá. O que existe e dura? O que existe e não deixa de existir? Segundo muitas religiões, a vida mundana é apenas passageira, assim como tudo no mundo, com exceção do motorista e do cobrador. Como diria um amigo, tudo na vida passa, até uva passa, até ferro passa.
Descartando a espiritualidade, não me sobra muito campo de estudo. A ciência trata de assuntos como esse com a frieza dos fatos, a objetividade que não permite filosofias.
Não sou o primeiro nem o último a propor estas questões. Não há nada novo em minhas palavras.
Bom pessoal, estou escrevendo esse artigo para justificar minha ausência do blog nas próximas semanas. Como cantaria Axl Rose no vídeo que postei anteriormente, “everybody needs sometime on their own”. Mas prometo voltar, certamente melhor disposto!
Abraços…e aproveitem para ler os artigos anteriores!
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Publicado por Rapha e arquivado em Aleatórios
 Bom pessoal, hoje trago uma banda bem conhecida por minha geração: Guns n’ Roses. Esta música em especial considero a melhor, tanto o instrumental quanto a letra. November Rain.
Enjoy it!
Guns n\’ Roses - November Rain
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Publicado por Rapha e arquivado em Aleatórios
 A percepção de tempo é algo muito relativo e subjetivo, certo? Como exemplo claro estão meus dois últimos meses, que foram intensos e por este mesmo motivo breves. A Física nos diz que tudo é relativo, e quanto ao tempo, podemos aplicar a mesma idéia. É como dizem: 5 minutos podem parecer uma eternidade, depende de que lado da porta do banheiro você está.

No Brasil temos um limite de 30 anos de prisão para um indivíduo, e há quem queira aumentar esta pena. Claro que a maioria das pessoas que pensam assim não se deram conta de que o problema é muito mais complexo e a solução não está na prisão, porque se assim fosse, não teríamos cada vez mais gente atrás das grades (e longe delas, o que é pior). No princípio da civilização como conhecemos, quem cometia crimes era punido em praça pública, por vezes morto para servir de exemplo para os demais. Era o suplício ao vivo e a cores. O que mudou é que agora este suplício está longe dos olhos da sociedade, escondido atrás de paredes altas. Li sobre isso um dia, faz muito sentido.
Digam o que quiserem, mas até hoje não encontrei melhor forma de passar o tempo: dormir. Várias horas passam assim, num piscar de olhos. E o melhor de tudo é que relaxa, revigora. Tente ficar 8 horas seguidas praticando o bom futebol, jogando gamão com seu avô, ouvindo um CD da Mara Maravilha ou bordando uma colcha de retalhos com sua avó. Percebe meu ponto de vista?
Só não digo mais nada porque não tenho tempo. Mas em tempo voltarei, aguardem.
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Publicado por Rapha e arquivado em Aleatórios
 Estava lendo uma notícia interessante. Um galo, que por natureza canta, está sendo motivo de desentendimento entre vizinhos na cidade de Cruz das Almas, Bahia. Uma vizinha entrou com uma ação na Justiça contra o galo, pois este supostamente fica cantando a madrugada inteira. O interessante é que o galo tem um advogado de defesa, e segundo o dono do galo, a vizinha brigou com sua mulher e está usando o animal como pretexto para atingí-la. Mais de 600 assinaturas foram recolhidas a favor do dito cujo permanecer no quintal.
Mas este caso causou revolta do delegado, segundo ele, já houveram mais de 20 flagrantes de tráfico de drogas na cidade mas a mídia só fala do galo.
Eu estou muito preocupado com o galo. Já pensou se nessa história ele paga o pato?
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Publicado por Rapha e arquivado em Aleatórios
 Hoje trago uma banda muito interessante, uma daquelas que busca inovar um pouco no som. Para entenderem o que digo, ouçam o álbum Morning View, desta banda chamada Incubus. Abaixo o vídeo da música I Wish You Were Here. Este vídeo-clipe comprova o que todos já sabem: mulheres sentem uma forte atração por músicos. =P
YouTube videoLink
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Publicado por Rapha e arquivado em Aleatórios
 Defina catástrofe. Essa palavra lembra grandes acontecimentos, com sérias consequências, certo? Mas o que seria uma catástrofe na área de informática? Um disco rígido em processo de auto-destruição? Um mouse(*) voltando à vida? A placa-mãe se liquefazendo? Não garotos e garotas, um simples erro de software já é uma catástrofe. Segundo o Windows, sim.
Encontrei esse erro ao desinstalar o Adobe InDesign ontem. Se a intenção do “falha catastrófica” era assustar o usuário final, eles conseguiram!
*apenas para esclarecer, pois nossa língua é português e não somos obrigados a conhecer outras línguas, mouse em inglês significa rato, por isso a alusão à ressureição.
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