Nunca diga nunca. Sempre evite dizer sempre, mesmo que na medida do possível, ou sempre que for conveniente.
Arquivo de abril 2008Sabe quando existem coisas diretamente e inversamente proporcionais a outras coisas? Descobri esse final de semana que quanto mais se estuda, mais sono temos, porém menos dormimos. Ou seja, estudo e sono são diretamente proporcionais, mas estudo e o ato de dormir são inversamente proporcionais. Principalmente quando o ser que vos escreve tem uma prova no domingo, às 9 da manhã. Neste exato momento são 6 da manhã, acordei às 4 para revisar algumas coisas. Isso é vida? Adaptando de um personagem que não me recordo agora, eu podia estar roubando, matando, mas estou aqui, estudando. Mas mudando um pouco de assunto, gostaria que meus visitantes da cidade de Catanduva postassem nos comentários. São alguns dos visitantes mais assíduos, e não me recordo de ter amigos por lá. Querem uma visão geral? Em primeiro lugar está São Carlos, em segundo está Araraquara. Catanduva ocupa o terceiro lugar. Para falar a verdade, as visitas da Argentina deveriam estar em primeiro lugar, mas por algum motivo desconhecido só passaram a ser coletadas a partir de ontem. Você, visitante, contribua para que este futuro bacharel continue investindo suas horas de lazer neste site, escrevendo aleatoriedades diversas: comente. Opa, tive um dèjá vu. Isto está ficando recorrente, me preocupa! Um grande abraço a todos, volto à revisão de Fundamentos de Sistemas de Informação. Desejem sorte, pois precisarei! Dizem que o amor é cego. Mas também dizem que o amor cega. Se o amor cega, então ele tem uma luz muito forte. O amor é o sol. O sol é cego. Acordei com vontade de me amarrar a um monte de balão de festa cheio de gás Hélio. Mas um padre fez isso, e aparentemente ele morreu. Não fazem mais balões, telefone celular via satélite, instrutores de vôo e GPS como antes. Nem padres. Sei que é maldade zombar dos mortos, mas se o padre fosse Jesus, já estaria em terra firme: ele caminharia sobre a água. Vocês viram aquela nova ponte que estão construindo em São Paulo? Estão gastando uma grana preta naquele trambolho, tem até iluminação especial. Tudo isso pra levar carro de um lado pro outro. Míseros R$ 233 milhões, sendo que a projeção inicial era R$ 184 milhões. Uma pergunta não cala: quanto desse dinheiro foi desviado para coisas realmente divertidas, como festas em boates, carros importados ou um jantar com a Cláudia Leite, do Babado Novo? Estou pensando em cortar meu cabelo, mas não muito. É desagradável ter a aparência de uma garota, principalmente quando você não é uma garota. Claro que estou exagerando. Um pouco. Antigamente tropeçar e cair de cara na rua era apenas um grande mico, presenciado pelas pessoas ao redor, algo que você esquece no dia seguinte. Mas nos dias de hoje, tropeçou, caiu, dali 10 minutos alguém está fazendo o upload no Youtube. Isso é muito preocupante. Então se me virem andando na rua de olhos fixos no chão, não se importem em perguntar o motivo. Por que as pessoas compram Playboy? Para ver a habilidade de um excelente fotógrafo, e o trabalho exepcional de um designer no Photoshop? Ora bolas, ao invés de comprar estas revistas, deviam se preocupar em arrumar uma mulher de verdade, sem efeitos de luz ou marcas removidas no computador. Eu particularmente prefiro uma mulher de verdade a um monte de papel. Bom, pensando bem, depende do contexto. Se eu estiver no banheiro e acabar o papel higiênico… Gente, vocês ouviam Legião Urbana? Ainda ouvem? Ah, é ótimo para festas. São músicas empolgantes. Principalmente as canções em que ele faz alusão a corações partidos, depressão, doenças venéreas, abandono. Deixe o álbum “Uma Outra Estação” tocando em sua festa, e verá os benefícios. Todos irão embora mais cedo, e você vai ter mais tempo para limpar a sujeira. Mas Legião é ótimo. Quem aqui já teve um dèjá vu? Tive um ontem. Estava atravessando a rua, senti como se já tivesse feito isso antes, exatamente daquele jeito, naquela situação, e parei para captar o momento. Aí buzinaram, quase tive um treco e perdi o dèjá vu. Sem mais, deixo um abraço para você, meu querido leitor, minha querida leitora. Sintonize meu blog! Fui! Pessoal, para expressar minha “admiração” pela música emo, resolvi escrever uma música. Estava eu no trabalho, quando falávamos de NxZero e eu disse que em 10 minutos escreveria a melhor música da banda. Errei o cálculo, levei apenas 5 minutos! Confiram a letra abaixo, como não podia deixar de ser, coloquei algum traço de sarcasmo nos versos, não me levem a sério! Música emo nojinho Já não sei mais quem sou Se a realidade for pesada assim Cada vez que te vejo Pessoal, após o último artigo me dei conta de que muitos não sabem o tipo de música que gosto de ouvir. Sendo assim, a partir de agora crio uma nova série de artigos, falando sobre minhas influências musicais. Começo por uma banda que infelizmente (ou felizmente?) não aparece muito na mídia: Nenhum de Nós. Vai o vídeo aí, da canção Um Girassol da Cor de Seu Cabelo, acústico! Quem acompanha meu blog deve ter percebido uma garota nos comentários com um “sotaque” diferente, amigável. Sim, ela é da Argentina e eu não poderia deixar de prestar uma homenagem, mesmo que às avessas, a uma de minhas leitoras mais assíduas. Como todo brasileiro sabe, a Argentina é um pequeno país ao sul, cuja população ironicamente sofre com a inflação, não só a econômica, mas a do ego também. O país possui substâncias alucinógenas dispersas em sua atmosfera, o que faz com que seu povo pense ter o melhor time de futebol do mundo. A Argentina é muito conhecida por seu futebol, principalmente por Maradona e seus problemas com cocaína. Eu diria que o homem é só o pó, e não estaria sendo maldoso. Segundo Rafinha Bastos, Maradona está certo em cheirar cocaína, pois a droga anula a sensibilidade a odores, o que é altamente recomendável para alguém que vive num país de merda. Ou é uma droga de país? Aquela expressão “a grama do vizinho é sempre mais bonita” não se aplica entre Brasil e Argentina. Aliás, vamos brincar de sinceridade? O Brasil é o país mais odiado entre os vizinhos aqui da América do Sul. É o único onde não se fala espanhol, é enorme, o mais rico, e ainda explora os amiguinhos. Mas assim como a Argentina, o Brasil tem seus problemas. Não conseguimos ganhar ouro com nosso futebol nas olimpíadas. Nossa TV Digital é uma realidade distante, e com padrão fora de sentido. Banda larga nesse país é uma grande piada ainda, está longe de ser boa. Nossos políticos são muito bem pagos, inclusive por vias não muito legais. Padres por aqui saem voando presos a balões, ou fazem greve de fome. Nosso presidente torce para o Corinthians. Enfim, estamos em sérios apuros. Brincadeiras à parte, a Argentina é um país de cultura riquíssima, e o povo não é odioso. E Galvão Bueno narrando jogo entre Brasil e Argentina é a coisa mais irritante do planeta. A regra é clara: não agradou, está fora. Finalizo agradecendo à Silvina pelo prestígio e amizade, e parabenizando-a por conseguir viver feliz em um país como aquele! Que as incertezas da vida se perpetuem. É certeza certa, incerta e certeira. Certo, como é certo existir. E permanecer. O que dizer do sim e do não? Há na equação da existência algum equilíbrio entre a quantidade de sim e a quantidade de não proferida por cada um de nós? Se existe, que cálculo seria? Quem muito diz sim, muito ouve não. Quem muito diz não, muito ouve não. Mas muito sim também. Onde está a lógica nisso tudo? Talvez o equilíbrio não exista realmente, e o que fazemos é tentar encontrar algo próximo do equilíbrio. Em vão, mas tentamos. Dependendo da pergunta, o sim e o não podem ter efeitos semelhantes. Um sim pode decepcionar, um não também. Existe o sim, e existe o não. Onde se encaixa o talvez? Seria o centro de gravidade dessas duas idéias opostas, ou apenas uma saída covarde para momentos em que não temos certeza da resposta? Talvez sim, talvez não. Talvez talvez. Seriam o sim e o não como água e óleo? Ou quem sabe como água e vinho? Valorizando a subjetividade, deixo que vocês qualifiquem para mim. Abraços e até a próxima pessoal! Vida: risco de morte Quem já ouviu essa expressão, e a interpretou corretamente, sabe do que estou falando. Se não souber, saberá até o fim deste artigo. Muitas vezes vivemos situações próximas daquela idéia inventada, chamada felicidade. Porém, muitas outras vezes, percebemos que assim como taças de cristal, a idéia felicidade é frágil. Em determinados casos, somos felizes justamente por ignorar verdades que trincariam essa taça de cristal. Mas não que ignoremos por vontade própria, embora algumas pessoas façam isso. Exemplo disso seria aquele homem cuja namorada tem filiais pela cidade e pela região. Ele ama a garota, ela o trata como um rei. Ele é feliz, mas parte fundamental de sua felicidade é ignorar a traição. Ele é corno, mas é feliz. Outro exemplo seria a pessoa que vive feliz e contente, e então o médico diz: você tem mais 2 meses de vida. O sofrimento de saber que a morte está próxima é chocante, e brincadeiras à parte, acaba com o bom humor de qualquer um. Se não soubesse a verdade, a pessoa viveria normalmente, e em paz, sem preocupações. Por isso pessoal, a ignorância é uma bênção. Mas há um problema nisso: sempre queremos a verdade. |
|



Posts (RSS)